Modelo de Governo

Uma estratégia nítida para o sucesso

Nova SBE foi criada em 1978 como parte da Universidade Nova de Lisboa, que adquiriu o estatuto de fundação em janeiro de 2017. Tradicionalmente, pelos seus estatutos e regulamentos, a Universidade funciona como uma “confederação” de unidades, providenciando autonomia a todas as suas escolas - no que respeita a decisões financeiras e administrativas, ao recrutamento e a assuntos de teor científico e pedagógico.

Juntamente com a sua entidade principal, a Nova SBE — que integra cursos, corpo docente, programas de investigação e funções administrativas — detém ainda uma parceria com a Fundação Alfredo de Sousa, responsável pela angariação de fundos, construção e gestão do campus de Carcavelos.

Estrutura administrativa

A Nova SBE conta com várias estruturas administrativas que são responsáveis pelo estabelecimento de diretrizes relativas à estratégia da escola, pela coordenação da sua execução e pela gestão dos recursos administrativos e financeiros no desempenho de cada dimensão: científica, académica e pedagógica.

O conselho da escola é composto por oito docentes (eleitos por voto), um aluno (que representa o corpo estudantil) e cinco membros externos (detentores de cargos importantes na sociedade), formando, assim, o corpo central de governo. O conselho seleciona o reitor e monitoriza a sua atividade. Este organismo é também responsável por supervisionar os principais desenvolvimentos estratégicos e quaisquer questões relativas à contabilidade.

Nuno Fernandes Thomaz
Presidente
Vice-Presidente
Membro externo
Membro externo
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representante do corpo docente e de investigação
Representative of students

O diretor, que é eleito pela escola, tem como responsabilidade a gestão executiva da mesma. O diretor responde não só à escola, mas também à comissão executiva de diretores associados e diretores executivos.

O conselho administrativo é o organismo da escola responsável pela gestão administrativa, patrimonial e financeira e pelos recursos humanos. É constituído pelo reitor, que o preside, pelo gestor administrativo da escola, quando o referido cargo se encontra ocupado, e inclusive por três membros que deverão ser apontados pelo próprio reitor.

Diretora Académica de Licenciaturas
Presidente do Conselho Pedagógico
Diretor de Executive Education
Presidente do Conselho Científico
Diretor Associado para Assuntos Institucionais e Desenvolvimento Internacional
Assessor do Diretor  para Assuntos Financeiros
Presidente da Fundação Alfredo de Sousa
Diretora-adjunta

Todos os aspetos académicos e científicos, incluindo alterações curriculares, recrutamento e promoções de docentes, são geridos pelo conselho científico, que inclui uma grande parte do corpo docente. O conselho científico reúne quatro vezes por ano. O presidente deste organismo é eleito pelos seus membros.

Presidente do Conselho Científico

O conselho académico supervisiona os principais desafios pedagógicos, sendo constituído por docentes e por representantes do corpo estudantil.

Presidente do Conselho Pedagógico

O conselho de docentes e investigadores é um órgão consultivo do conselho científico, composto por todos os docentes e investigadores residentes, bem como por docentes convidados pelo presidente do conselho científico, que preside também este conselho. Este conselho reúne, pelo menos, duas vezes por ano

O conselho consultivo da Nova SBE é estabelecido de acordo com a decisão do reitor, apresentando-se enquanto conselho não estatutário. As responsabilidades do conselho consultivo quanto ao apoio prestado ao reitor e à escola são as seguintes:

 

  1. Providenciar um parecer não vinculativo sobre a estratégia competitiva e as opções para o futuro da Nova SBE;

  2. Discutir mudanças sociais, económicas, tecnológicas e políticas que afetem, a curto e a longo prazo, a atividade da Nova SBE, contribuindo com estratégias para lidar com as mesmas;

  3. Identificar áreas nas quais a Nova SBE possa ser um agente significativo, capaz de uma mudança positiva internacionalmente e gerar estratégias para reforçar o impacto que tem nessas áreas;

  4. Fomentar a inovação, o impacto e a internacionalização;

  5. Alavancar a rede internacional dos seus membros, representando um vasto leque de setores e nacionalidades.

Documentos